Pode ferir susceptibilidades, mas não resisto...
- Como se chama um mongolóide que faz dieta?
- Um mongolight.
Não me batam, eu sei que isto é muito mau!
um abraço
tope
Este blog pretende oferecer o primeiro mestrado mundial em piadas secas. Pretendemos desaguar daqueles rios de desidratação que fluem de cada um de nós no mar de persistência memorial que é este blog.Importante também é reflectir sobre as piadas e sobre a própria essência deste tipo de humor.
Porque é que as galinhas chocam?
Porque não têm travões!
Um clássico que (para mim pelo menos) faz sempre algum sucesso.
“Porque é que o elefante caiu da árvore?”
- Porque se desequilibrou.
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“Porque é que o outro elefante caiu da árvore?”
- Porque estava encostado ao primeiro.
“Porque é que ainda outro elefante caiu da árvore?”
- Porque pensava que era um jogo.
“Porque é que a árvore não caiu?”
- Porque a árvore não é um elefante.
E pronto. Volto ao trabalho!
Um abraço.
tope
Resultado de um fim de semana prolongado: mais tempo para escrever! Passo a apresentar duas piadas secas (não desistam depois da primeira!)
-- I --
Era uma vez um homem que tinha um tijolo.
Este tijolo era o seu melhor amigo e com ele ia para o todo o lado: levava o tijolo ao cinema; quando saía com os seus amigos era sempre acompanhado pelo tijolo.
Quando ia jogar futebol era o tijolo que ficava a guarda redes. O tijolo acompanhava o homem 24 horas por dia, 7 dias por semana e como se não bastasse, nas noites de maiores bebedeiras era o tijolo que ficava responsável pelo carro.
Pedia-lhe (ao tijolo) conselhos amorosos e era a ele (o tijolo) a quem primeiro pedia ajuda nos difíceis momentos da vida: o que vestir, com quem falar, o que fazer e que atitudes.
E foi assim durante muito tempo, a amizade que o homem nutria pelo tijolo era infinita... tudo aquilo que se encontra nos livros sobre a amizade estava espelhado no comportamento do homem e o seu tijolo. Aliás, não havia separação homem-tijolo. Eles eram um. E um só.
Até que um dia, o homem se fartou e atirou, com muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita (realmente muita) força, o tijolo ao céu.
-- FIM --
-- II --
Um homem de negócios estava num voo turístico e estava a começar a desesperar com a sede que tinha. No tom mais educado possível pede à hospedeira de bordo:
- “Podia trazer-me uma garrafa de água, se faz favor?”
Praticamente ao mesmo tempo que acaba este pedido um papagaio que seguia junto com os passageiros no avião desata a berrar:
- “Oh minha badalhoca, traz-me já assim de repente um copo com whisky!
Para espanto do senhor a hospedeira serve de seguida o papagaio, mas esquece-se da garrafa de água. Espantado, tenta uma abordagem um pouco mais exigente, mas mantém o nível de educação:
- “Olhe faz favor, seria possível trazer a água que eu pedi ainda há bocado?”
Novamente o papagaio, que parece querer sempre gritar depois do senhor falar:
- “Tu! Vai-me já buscar um bacardi com três pedras de gelo! E mexe-me esse cú! Alta velocidade!
- “Oh minha porca de merda, já te pedi duas vezes água e ainda não me a trouxeste! O que é preciso dizer para ser servido aqui?...”
Mal tendo tempo para acabar a frase, a hospedeira agarra no nosso amigo, abre a porta para o exterior e atira o senhor do avião. Em total desespero de causa (pois estava sem pára quedas) olha freneticamente em redor. Sabem o que encontra?
- O tijolo da piada anterior!
Nota – Testei aqui o conceito “matrix reloaded – revolutions”. Agarrar em algo seco (sem ser piada) e uma contar a punch line noutra piada. Podem reconhecer a anedota do papagaio com outro fim – tomei a liberdade de a adaptar para este caso (filtrei bastante o factor “Fernando Rocha”). Se tiverem curiosidade posso depois partilhar a versão “original”.
E sim eu sei, é muito seca, mas afinal, existe melhor blog para ter estes devaneios?
Um abraço
tope