terça-feira, maio 30, 2006

Terramoto em Java



Créditos: primo Nuno pela inspiração. TRAlves pela conversa sobre a procrastinação :)

20 comentários:

Anónimo disse...

devo dizer antes de mais que a primeira coisa que me veio à cabeça quando ouvi falar do terramoto e que foi em Java..foi mesmo as minhas aulas de java..que sao uma ganda seca e inda n aprendi nd de jeito..

Apesar de ser uma piada 'programatica' =P acho que o ppl percebe! (graças aos comentários(no codigo))

Nuno Oliveira disse...

De nada, já agora fica aqui a outra, sim porque isto foi um pack de duas "piadas".

P – Qual é o país melhor preparado para levar com um Tsunami?

R – É Timor, pois com a mínima agitação o pessoal foge logo todo para as montanhas.

RedScout disse...

Confesso que hoje acordei e veio-me à ideia um post sobre o terramoto em Java. Pelos vistos não fui suficientemente rápido. Espero que deixem para mim o terramoto em C.

TRAlves disse...

Desculpa lá, Hero, mas estás a desvirtuar todo o conceito de procrastinar. Tu conseguiste fazer alguma coisa. O resultado de uma boa procrastinação é vazio.

Os romenos chamam a isto "freca menta", que quer dizer "esfregar a menta". Como especialista em esfregar a menta e membro da Romanian Mint Rubbing Association (tenho um diploma e tudo), posso dizer que o resultado disso é o mesmo que o de "cortar folhas para os cães" (adoro estas expressões romenas).

Foi uma bela piada seca...

TRAlves disse...

Mais!

Eu conheço um indivíduo de Java que trabalha na minha empresa, mas está em Lisboa.

É um programador nato... um natural speaker da linguagem.

HeroOfTheDay disse...

Duas coisas:

1 - Ninguém reparou que falta um ponto e vírgula no código. Shame on you!

2 - TRAlves, tu é que estás completamente enganado. Procrastinar significa adiar algo que não nos apetece fazer fazendo outras coisas menos importantes mas para as quais arranjar vontade é mais fácil.

TRAlves disse...
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TRAlves disse...

Pronto, eu não procrastino, então. Eu é mesmo mais "esfregar a menta". Se eu procrastinasse, tudo bem, mas assom nunca mais digo que procrastinei. Um dia, eu procrastinarei, mas até agora não posso dizer que já tenha procrastinado..

RJT disse...

Eis uma coisa que eu não conhecia mas em que sou bom. Procrastinar... Vou por no meu curriculum.

HeroOfTheDay disse...

Epah, eu tenho que me manifestar contra o que o Anonymous (que me parece que se chama Catarina e Martins) disse. É que se achas Java seca, bem, digamos que vais morrer de sede quando chegares ao C, ao Python, ao C++, enfim, quando saires do Java. Java é das coisas mais simples que vais apanhar. Mais fácil só talvez coisas como Visual Basic, Delphi e o C# (embora isto seja muito parecido com Java).

Pronto, já me manifestei.

Sofia Bento disse...

Epah, eu tenho que me manifestar contra o que o sr. HeroOfTheDay(que não me parece que se chama Catarina e Martins) disse. E defender o ponto de vista do sr. Anonymous (que parece ao sr. HeroOfTheDay que se chama Catarina e Martins).
Pois que se Java é assim tão fácil em relação às outras matérias, então deve ser realmente seca. Normalmente são as matérias mais simples que dão seca, tendo em conta que muitas, pela falta de necessidade de aplicar conhecimentos a novas situações, tornam-se em trabalhhos rotineiros, quase mecânicos.
As tarefas simples são sempre muito secantes porque pressupõem pela sua simplicidade que as sabemos realizar e portanto o desafio, a surpresa de conseguir ou não é quase nula.
Isto, claro, de uma forma geral, e tendo em conta que não conheço Java.
A minha falta de orientação sempre contribuiu para uma prestação a Geografia muito fraquinha da minha parte.

HeroOfTheDay disse...

Se fosse só a Geografia :P

O teu raciocínio até faz sentido se estivermos a falar de alguém que acha Java uma seca por ser demasiado fácil. Não me parece que seja o caso...

Sofia Bento disse...

Peço imensa desculpa. Como o cavalheiro disse que java era das coisas mais simples e que mais fácil apenas Visual Basic, Delphi e o C#.
Deduzi que as regiões anteriores (C, ao Python, ao C++), seriam mais difíceis. E como o cavalheiro aventava a hipótese de morte por seca, nestas últimas, pensei que estaria a dizer que estas, que eu pensava serem mais difíceis, teriam um grau de secura maior.
Mas, como disse, eu a geografia tenho prestações muito fraquinhas e espero que releve, de acordo com.
como estava distraída não percebi o tom irónico do "java das coisas mais simples que vais apanhar"
talvez java nada tenha de simples e neste caso não me parece bem atribuir-lhe a honra do título deseca, então.

HeroOfTheDay disse...

Java É muito simples. A frase "Não me parece que seja o caso..." aplicava-se ao facto de o anonymous achar o Java fácil e não ao Java...

Sofia Bento disse...

Agora baralhei-me. Então se Java é simples e as tais regiões do C, ao Python, ao C++ são mais difíceis porque é que estas têm direito a morte por secura?
Não deveria ser quanto mais simples e fácil, mais seca? A honraria máxima do título não deveria ser apanágio do mais simplíssimo e fraquinho que existe?
Isto dava uma dissertação muito boa. Vou pensar nisso.

HeroOfTheDay disse...

Podes baralhar à vontade mas não te enganes a dar...

O que eu acho é que pessoas diferentes vêem as coisas de formas diferentes. Há quem ache que uma coisa fácil é seca por ser fácil. Há quem ache que uma coisa é seca por ser dificil como o raio.

Já relativamente às piadas secas, dificilmente algo de simplícissimo e fraquíssimo será uma boa piada seca. Não tenho nada contra o ser simples, nem contra o ser fraco, mas ao menos piada convém ter.

Sofia Bento disse...

De facto, o baralhar também é problemático, porque já aconteceu enganar-me a dar e é um chatice. mas farei um esforço.
Tenho de admitir que nunca pensei que algo pudesse dar seca por ser difícil como o sol.
Mas também confesso que sempre que me falam em matérias que dão seca, lembro-me das dezenas de exercícios de matemática que uma ou outra professora mandava fazer. No início eu pensava que era a gozar, para se divertir. Depois lá percebi e qual não foi o meu susto que a senhora acreditava mesmo que se fizéssemos muitos exercícios similiares, aprendíamos.
E aquilo sim, fazia jus ao nome, era uma g'anda seca!. pelo que, pode ser trauma.

Já relativamente às piadas secas. Quais piadas secas? Eu não falei em piadas secas! Eu falei no geral e em situações:
Não deveria ser quanto mais simples e fácil, mais seca? (ler seca como séca e não sêca. Sêca é à tia e aqui não há tias, pelo menos que se saiba publicamente)

Fraquíssimo é diferente de fraquinho. E eu defenderei sempre o emprego do fraquinho no discurso. mesmo que não haja razão para o usar.

Já quanto à piada seca ter piada, o cavalheiro há-de permitir-me discordar.
Primeiro, porque acho absolutamente retrógado e do século passado essa questão das conveniências. Convém ter piada? Isto é por conveniência, então? Não posso concordar com tal.

Segundo:
Qual é o objectivo de uma piada?
Ter piada. Fazer uma sala inteira de gente explodir à gargalhada.

Qual é o objectivo de uma piada seca?
Provocar no outro um sorriso amarelo, um esgar, uma indecisão na reacção a tomar.

Qual é o público-alvo da piada?
O ouvinte. É ele que gargalha, é ele que se diverte.

Qual é o público-alvo da piada seca?
Quem conta. Quem se diverte é quem conta ou há lá coisa melhor do que observar os esgares,a s reacções, as indecisões entre o rir ou não, as desconfianças da expressão de quem diz "terei percebido?". E aquele momento imediatamente após se contar uma piada seca em que a pessoa tem de decidir se ri de forma amarela ou se finge desinteressada? Ah as expressões que se apanham!

E eu vou arriscar dizer até que se o cavalheiro contar uma piada seca num grupo de amigos e eles acharem piada, tome atenção que a piada seca pode não ser seca, havendo grandes possibilidades de ser apenas piada e o cavalheiro ter sido enganado com gato por lebre.

Sofia Bento disse...

este comment é mesmo só para dizer que eu andava muito triste por andar a fazer comentários com poucas frases. mas depois deste último fiquei mais animada. é verdade dei-lhe um ou outro enter pelo meio, mas mesmo assim estou contente com a prestação.

RJLouro disse...

Terá sido um Enter ou um Return?

Sofia Bento disse...

tem razão, sr RJLouro, é um regresso aos bons velhos tempos de longa verborreia em comentários :)